"E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão."
Mario Quintana

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

PERGUNTAS SEM RESPOSTAS


 Papel e caneta na mão...
E o que escrever agora?
O que falar?
E todas as palavras que não foram ditas e nem escritas?
Pra que escrever se o silencio fala mais que palavras?
Pra que sonhar, se o sonho tem fim?
Onde termina o começo que não tem fim?
E onde está o instante que não está perto?
Porque planos, se o amanhã não existe?
E pra que tempo se eu quero é você?
Pra que perder tempo, com o tempo perdido?
Porque não ir ao seu encontro?
Pra que problema, se existe solução?
Será que realmente o destino existe?
Pra que morrer,  se ainda estamos vivos?
Pra que respostas, se temos perguntas?

POR: CLARA KAHENA

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